Foto: Anderson Fetter / Agencia RBS
Roger ensaia para domingo, contra o Lajeadense, uma formação com Douglas e Lincoln juntos. Quer acomodar a técnica e classe dos dois. O que acho um risco. Principalmente pelo grau de desafio do jogo.
O Lajeadense está na zona de rebaixamento, corre para escapar da Segundona. São grandes as chances de uma formação com os dois meias funcionar a pleno. E o contexto gremista acreditar que todos os problemas estarão solucionados. Será preciso uma avaliação muito criteriosa.
Lincoln e Douglas são jogadores iguais, separados por 17 anos. Ambos gostam de jogar com a bola nos pés, precisam dela para participar da partida. Por sua juventude, Lincoln é mais agressivo. Mas está longe de ser um jogador de flanco, com incumbência de atacar, entrar área adentro e ainda correr atrás do lateral até próximo de Marcelo Grohe se preciso.
Os dois podem atuar juntos? Podem, desde que Roger crie um sistema que compense a pouca velocidade deles e aptidão menor de participar de forma mais tática. Só que isso requer tempo, treino e ajustes. E tudo isso está em falta a essa altura da temporada.
Por isso, todo o cuidado é pouco para não se iludir com o jogo contra o Lajedeadense. A fragilidade do rival pode esconder alguns defeitos que o Grêmio venha a ter ao querer acomodar dois meias iguais.
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