Dureza o primeiro tempo do Grêmio contra o Lajeadense desfalcado de sete titulares. A vitória nunca foi ameaçada, tamanha a diferença técnica. Ao todo, duas chances em 45 minutos é inaceitável pelo tédio com que o time gremista atuava antes do intervalo. A exceção era Bobô, que fez Copa do Mundo todo tempo que esteve em campo. Marcou um bonito gol, deu assistência para Pedro Rocha quase marcar o segundo.
Roger Machado deve ter conversado incisivamente com seus jogadores entre um tempo e outro, a julgar pela entrega do time desde o primeiro minuto da segunda etapa. Pedro Rocha fez 2x0 cedo, sobraram outras oito chances de gol, a última delas convertida por Batista no fim da partida.
Aí, se viu em campo o desenho bem-sucedido do Brasileirão do ano passado. Não com a mesma qualidade, mas com ímpeto e competitividade. Lauro restou o melhor jogador em campo do Lajeadense, tanto que foi exigido. Legal que o Atlético MG vá colocá-lo a jogar Libertadores quando, segundo o próprio Lauro, ele já se considerava aposentado.
O Lajeadense é um surpreendente candidato ao rebaixamento. O Grêmio manteve a liderança e vai a Passo Fundo para uma festa no Interior onde até torcida mista vai haver. Que beleza.
Lincoln e Douglas não tiveram sintonia perfeita, mas ambos jogaram bem no segundo tempo em que o time se interessou pela partida. O menino, aliás, perdeu um gol imperdível no fim por excesso de confiança. Contra o Lajeadense, perder aquele gol não pega nada. Em jogo à vera, seria cobrado. Lincoln, já disse e mantenho, merece estar entre os onze em Quito. No lugar de quem, Roger ainda tem tempo para ver.
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