Roger está convencido de que Lincoln pode render cada vez mais pelo lado do campo no 4-2-3-1 Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Contra o Passo Fundo, a questão não estará posta. Douglas será poupado. É treino. Roger escala um time misto. Quer todos, titulares ou não, 100% contra a LDU. Pois aí vai uma informação acerca de Libertadores. O técnico está convencido de que Lincoln pode render cada vez mais pelo lado. Não pretende tirar Douglas do time em jogos decisivos. Ao menos por esse motivo: uma eventual incompatibilidade entre os dois por serem do mesmo lugar, a faixa central. Aqui, a propósito, vale lembrar do exemplo, irrefutável sob todos os aspectos, de Phillip Lahm.
O lateral direito aceitou funções diferentes das quais sempre exerceu em sua carreira vitoriosa a partir da chegada de Pep Guardiola, que pretendia imprimir um novo conceito de futebol ao Bayern, de Munique. Se há alguém que pode dizer ¿não¿ no Allianz Arena, este alguém é Lahm. Mas o consagrado ex-capitão da Alemanha, dono informal da Baviera, aceitou de bom grado as novas tarefas, que incluíam o meio-campo. E o fez em nome do crescimento do conjunto. E dele próprio, mesmo já sendo um ídolo nacional.
Ao que sei, alheio à polêmica, a promessa gremista de 17 anos abraçou a ideia de Roger. Uma ideia que pode mudar conforme a estratégia, o adversário e o momento. E que carrega um certo tom de coragem: o mais fácil seria aceitar o senso comum e tirar Douglas, que nunca caiu nas graças da torcida mesmo. Quem reclamaria?
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