Foto: Diogo Zanatta / Especial/Agência RBS
Houve fartura de individualidades na atuação coletiva de alto nível do Grêmio misto contra um Passo Fundo que vinha de seis jogos invicto. O 5 a 1 saiu barato na noite desta quarta-feira, no Vermelhão da Serra.
Walace, dois gols, foi a mais reluzente dessas individualidades. Pisou na área, como pede Roger Machado, sem abdicar dos desarmes. Pelo que se viu em Passo Fundo, se tem uma ideia de como ele fez falta no jogos de Libertadores. Maicon parece até mais feliz com ele ao lado.
Bobô conseguiu ser um 9 de ofício que se mexe bem pelos lados. Fez gol e pivô para Walace acertar de fora da área. Geromel se manteve soberano, Ramiro vai se acostumando à lateral direita (o passe para Bobô é seu) e até Fernandinho se deu bem como assistente, por dentro e pelo lado.
Mas o craque do Grêmio e grande fiador da goleada não foi jogador algum, e sim um conceito coletivo fixado por Roger que andou sumido no começo de 2016: a pressão na saída de bola.
Através da marcação alta, o Grêmio se compactou, aproximando linhas. Geromel e Fred avançaram sem medo. Assim, havia mais gente de azul onde a jogada acontecia, sempre com alguém do Passo Fundo cercado.
O Grêmio defendeu e atacou agrupado, em passes curtos. Os 25 minutos iniciais beiraram a perfeição: quatro gols, no embalo desta ideia. O Grêmio fechará a fase em primeiro lugar. Tem o melhor ataque: 27 gols em 12 jogos. Está sobrando no Gauchão, em pontos e rendimento.
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Bobô conseguiu ser um 9 de ofício que se mexe bem pelos lados. Fez gol e pivô para Walace acertar de fora da área. Geromel se manteve soberano, Ramiro vai se acostumando à lateral direita (o passe para Bobô é seu) e até Fernandinho se deu bem como assistente, por dentro e pelo lado.
Mas o craque do Grêmio e grande fiador da goleada não foi jogador algum, e sim um conceito coletivo fixado por Roger que andou sumido no começo de 2016: a pressão na saída de bola.
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