Foto: Flickr Grêmio Oficial
1º de abril. Dia da mentira. Dia dos tolos. Dia dos bobos. Entre as verdades recentes do esporte bretão, além do ‘não existe mais bobo no futebol’, a afirmação de que o camisa 9 clássico não existe mais também povoa o pensamento de alguns.
Partindo da definição tosca de que o camisa 9 antigo era o tal do ‘centroavante aipim’, é lógico que este tipo de jogador está em extinção. Mas única e exclusivamente pela evolução do jogo. Num passado recente, onde os homens de frente e principalmente o centroavante pouco ajudavam na marcação, esse tipo de jogador teve seu espaço. A medida em que evoluções táticas foram realizadas, não permitindo mais esse sossego a quem joga na frente, o papel do 9 mudou.
Bobô chegou ano passado num Grêmio consolidado sem a figura do centroavante. Luan, num toque tático contemporâneo de Roger, virou falso 9. E falso em termos, porque seu papel era sim o de marcar gols, o que mudou foram suas funções táticas, as quais Bobô sempre exerceu quando entrou no time.
Criticado por alguns, Bobô sempre foi útil ao time, se adaptando ao esquema e não sendo o 9 aipim imaginado por alguns. A prova disso é que ele tem boa movimentação e inúmeras vezes dá assistências para seus colegas finalizarem. No joga da última quarta, além de marcar o dele serviu Walace fazendo o papel de pivô.
Bobô não é e nunca vai ser um camisa 9 de exímia técnica, e é erro esperar isso dele. Porém, até agora vem sendo peça importante ao time que ao longo do ano precisará muito de todo o elenco.
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