A LDU jogará sob uma pressão tão intensa, que tanto pode ajudá-la a fazer sua Copa do Mundo com sucesso quarta-feira como empurrá-la para o precipício. O Grêmio é time organizado, joga por pontuar, não vai correr o risco de chamar o adversário para seu campo montando uma retranca que Roger, provavelmente, nem sabe montar – escrevo como um elogio.
É jogo para troca de passe, descansar com a bola no pé, aproximar os habilidosos e correr menos do que a bola. Não pode acontecer no campo do Grêmio, combinemos, porque um erro provocaria um contragolpe já muito perto do gol dos gaúchos. Então, serão especialmente importantes Luan, Giuliano e Douglas, os talentosos capazes de reter a bola longe de Marcelo Grohe. Não basta a retenção; em algum momento, a passada larga de Luan e o arranque de Giuliano terão que ser acionados para que a supremacia eventual na posse da bola se materialize em gol. Do lado de cá do balcão, nada mais fácil de falar. Porém, a receita é infalível. Roger Machado já gosta de ter a bola por princípio. Diante da altitude que inviabilizou meio time do Grêmio em Toluca, ter a posse resta ainda mais fundamental.
Se o Grêmio tiver a graça do gol cedo no Casablanca, então, nada pode ser melhor. Por isso, a ideia de começar encolhido e esperar que a pressão da torcida equatoriana desestabilize a LDU pode ser perigosa e até fatal. O emocional dos donos da casa está no limite ou pouco acima do estresse. No jogo dos detalhes, este é um que não pode deixar de ser explorado.
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É jogo para troca de passe, descansar com a bola no pé, aproximar os habilidosos e correr menos do que a bola. Não pode acontecer no campo do Grêmio, combinemos, porque um erro provocaria um contragolpe já muito perto do gol dos gaúchos. Então, serão especialmente importantes Luan, Giuliano e Douglas, os talentosos capazes de reter a bola longe de Marcelo Grohe. Não basta a retenção; em algum momento, a passada larga de Luan e o arranque de Giuliano terão que ser acionados para que a supremacia eventual na posse da bola se materialize em gol. Do lado de cá do balcão, nada mais fácil de falar. Porém, a receita é infalível. Roger Machado já gosta de ter a bola por princípio. Diante da altitude que inviabilizou meio time do Grêmio em Toluca, ter a posse resta ainda mais fundamental.
Se o Grêmio tiver a graça do gol cedo no Casablanca, então, nada pode ser melhor. Por isso, a ideia de começar encolhido e esperar que a pressão da torcida equatoriana desestabilize a LDU pode ser perigosa e até fatal. O emocional dos donos da casa está no limite ou pouco acima do estresse. No jogo dos detalhes, este é um que não pode deixar de ser explorado.
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