Policiais estiveram no CT do Grêmio na manhã deste sábado (Foto: Leonardo Muller/RBS TV)
O Grêmio contou com todos os titulares no treinamento da manhã deste sábado, no CT Luiz Carvalho. E também com o reforço de dois policiais militares. Isso mesmo. Dois policiais estiveram no local do treino do clube gaúcho na manhã deste sábado, sob sol e frio. Tudo para evitar protestos como o vivido há cerca de dois meses. Em campo, o técnico Roger Machado não contou com o meia Giuliano.
A situação curiosa foi a presença de dois policias nas dependências do CT gremista. O carro ficou estacionado na frente do local. A intenção foi se precaver de um possível protesto que aconteceria por parte de torcedores. A diretoria teme que haja cobrança antes da viagem para Rosário, marcada para a próxima quarta-feira, inicialmente.
Há dois meses, no final de fevereiro, o clube passou por uma situação semelhante. Torcedores estiveram no CT antes de um trabalho e cobraram os jogadores por atuações melhores. Naquele momento, levaram pipocas e jogaram em carros de atletas. Um dos mais atingidos foi Luan, que chegava no local.
O titular foi a única ausência no trabalho feito no gramado - enquanto os companheiros corriam e faziam atividade com bola, o meia estava no vestiário, tratando desconforto muscular na coxa esquerda. O centroavante Bobô saiu do trabalho mais cedo, com dores no tornozelo. Mas ambos não preocupam para o jogo de quinta-feira, contra o Rosario Central.
O restante do elenco todo, inclusive com Pedro Geromel, fez um exercício de transição e saída de bola desde a defesa, semelhante ao feito nesta sexta-feira com os reservas, e depois uma atividade em campo reduzido, com equipes de oito atletas.
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A situação curiosa foi a presença de dois policias nas dependências do CT gremista. O carro ficou estacionado na frente do local. A intenção foi se precaver de um possível protesto que aconteceria por parte de torcedores. A diretoria teme que haja cobrança antes da viagem para Rosário, marcada para a próxima quarta-feira, inicialmente.
Há dois meses, no final de fevereiro, o clube passou por uma situação semelhante. Torcedores estiveram no CT antes de um trabalho e cobraram os jogadores por atuações melhores. Naquele momento, levaram pipocas e jogaram em carros de atletas. Um dos mais atingidos foi Luan, que chegava no local.
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