Maicon é o capitão do Grêmio, mas não exibe em campo a liderança que todos esperam Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
Discute-se entre as quatro tensas paredes no Grêmio a falta de um líder, um atleta que consiga capturar o espírito da Libertadores nas concentrações, no vestiário e especialmente nas partidas. Em campo, nada se vê. A figura performática não é visível.
No clube, porém, a certeza é de que o grupo é formado por líderes discretos e que não fazem questão de aparecer durante os 90 minutos. Mas ninguém arrisca a dizer se isso é bom ou nem tanto.
Grohe, Edinho, Geromel, Giuliano e Maicon sempre falam mais. São os experientes, ativos, os que pedem a palavra nos bastidores e que animam e orientam os mais jovens. Eles sempre têm algo a dizer.
Apesar de tudo, os dirigentes estão otimistas. Eles entendem que a derrota para o Rosario Central na Arena foi um acidente. Os argentinos pegaram os gremistas traumatizados três dias depois da eliminação do Gauchão.
– A perna de um jogador na decisão parecia pesar 600 quilos – lembrou alguém.
Os mais otimistas dizem que a reversão do placar na Argentina é possível. Roger e sua comissão técnica têm conversado o dobro com os comandados. Ao seu modo, os dirigentes fazem abordagens individuais. Contatam os atletas no vestiário, na sala de fisioterapia e nos corredores.
O que está claro é que os jogadores sabem da importância do jogo. Entendem que a derrota poderá comprometer o futuro de muita gente. Roger, ao menos pelas últimas conversas, não será tocado, ao contrário de alguns jogadores e do departamento de futebol. O jogo vale o futuro imediato do Grêmio. Se perder, a crise explodirá no colo de todos.
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No clube, porém, a certeza é de que o grupo é formado por líderes discretos e que não fazem questão de aparecer durante os 90 minutos. Mas ninguém arrisca a dizer se isso é bom ou nem tanto.
Grohe, Edinho, Geromel, Giuliano e Maicon sempre falam mais. São os experientes, ativos, os que pedem a palavra nos bastidores e que animam e orientam os mais jovens. Eles sempre têm algo a dizer.
Apesar de tudo, os dirigentes estão otimistas. Eles entendem que a derrota para o Rosario Central na Arena foi um acidente. Os argentinos pegaram os gremistas traumatizados três dias depois da eliminação do Gauchão.
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O que está claro é que os jogadores sabem da importância do jogo. Entendem que a derrota poderá comprometer o futuro de muita gente. Roger, ao menos pelas últimas conversas, não será tocado, ao contrário de alguns jogadores e do departamento de futebol. O jogo vale o futuro imediato do Grêmio. Se perder, a crise explodirá no colo de todos.
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