Foto: Adriano de Carvalho
O presidente Romildo Bolzan não tem mais aquela confiança de outrora na compra da gestão da Arena. Justo ele, que sempre apostou pesado nesta negociação como plataforma de relançamento do Grêmio enquanto instituição vencedora. Bolzan cansou de tanto negociar e esperar. Esperar e negociar. Entende que não há mais o que dizer ou fazer. Tudo já foi feito e dito.
Quando tudo parece irremediavelmente acertado, surge um fato novo que reembaralha as cartas. Não será mais assim. Um novo revés não será tolerado pelo Grêmio, que já começa a se sentir desrespeitado pelo vai-não-vai.
São tantos os interesses jurídicos envolvidos, potencializados pela recuperação judicial da OAS, que o cansaço está batendo nas hostes tricolores. Em resumo: Bolzan, que tem na paciência uma de suas virtudes, está de saco cheio. Assim como pode dar tudo certo, e o Grêmio dispor das receitas (bilheteria, shows) que hoje vão para a empreiteira, também existe a chance real de as partes colocarem um ponto final na novela sem acordo.
Bolzan já admite encerrar as tratativas da compra da gestão e esperar 20 anos até o Grêmio ser dono, de fato e de direito, do seu estádio. Tanto esta segunda hipótese é real, a de finalizar o papo com a OAS sem a compra da gestão, que o Grêmio já tem uma espécie de plano B pronto.
Anunciaria o rompimento em solenidade. Não irá se encaramujar e deixar por isso mesmo, já que apostou fundo na remodelação do negócio. Divulgará um pacote com medidas para viabilizar o clube sem as facilidades que gerir a Arena traria. Na voz do presidente Bolzan, com quem conversei nesta quarta-feira:
— Estou ficando esgotado, cansado, com a paciência no limite. Se desistirmos da compra da gestão, já temos um plano com ações práticas para apresentar.
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Quando tudo parece irremediavelmente acertado, surge um fato novo que reembaralha as cartas. Não será mais assim. Um novo revés não será tolerado pelo Grêmio, que já começa a se sentir desrespeitado pelo vai-não-vai.
São tantos os interesses jurídicos envolvidos, potencializados pela recuperação judicial da OAS, que o cansaço está batendo nas hostes tricolores. Em resumo: Bolzan, que tem na paciência uma de suas virtudes, está de saco cheio. Assim como pode dar tudo certo, e o Grêmio dispor das receitas (bilheteria, shows) que hoje vão para a empreiteira, também existe a chance real de as partes colocarem um ponto final na novela sem acordo.
Bolzan já admite encerrar as tratativas da compra da gestão e esperar 20 anos até o Grêmio ser dono, de fato e de direito, do seu estádio. Tanto esta segunda hipótese é real, a de finalizar o papo com a OAS sem a compra da gestão, que o Grêmio já tem uma espécie de plano B pronto.
Anunciaria o rompimento em solenidade. Não irá se encaramujar e deixar por isso mesmo, já que apostou fundo na remodelação do negócio. Divulgará um pacote com medidas para viabilizar o clube sem as facilidades que gerir a Arena traria. Na voz do presidente Bolzan, com quem conversei nesta quarta-feira:
— Estou ficando esgotado, cansado, com a paciência no limite. Se desistirmos da compra da gestão, já temos um plano com ações práticas para apresentar.
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