Árbitro chileno teve atuação confusa em Grêmio x Lanús (Foto: reprodução)
Por princípio, não me autorizo chamar de venal o árbitro que erra. Não conheço o juiz chileno de ontem, por exemplo, a não ser pelas credenciais que o levaram até o primeiro jogo da decisão da Libertadores e o estão levando para a Rússia em 2018. Logo, são referências elogiosas, um árbitro bem-sucedido. Porém, a atuação dele na Arena ficou abaixo do aceitável para quem tem escudo FIFA. Erros demais, importantes demais para alguém supostamente tão qualificado. O cara mexeu, com sua inaptidão para apitar Grêmio x Lanús, na final da Libertadores.
O erro mais grave é o pênalti que não marca no último lance da partida. Aí, tudo fica mais grave; havia um contâiner com três árbitros de vídeo em frente a um aparato caríssimo a possibilitar que eles evitassem erros evitáveis. E a não marcação do pênalti sobre o Jael era um erro evitável, que o juiz de campo e seus assistentes eletrônicos cometeram e mexeram, assim, no possível tamanho da vantagem que o Grêmio teria em Lanús. Na lógica de que convertesse o pênalti, era um 2x0 muito mais difícil de desfazer do que o 1x0 que o Grêmio sangrou para conseguir.
Antes, há o cartão amarelo inexplicável para Kanemann, que não tem qualquer atitude hostil para com o rival antes da cobrança do escanteio. Uma escaramuça que o árbitro poderia ter contornado diante do valor do jogo e do inofensivo da brincadeira de mão que faziam o jogador do Lanús e do Grêmio. O amarelo para Braguieri, por exemplo, vem na ficha de compensação. Era dispensável. Além dos erros graves, onde o pênalti está na máxima escala, o juiz de ontem cometeu ao longo do jogo pequenos e irritantes erros para lá e para cá, o que já denotava desconcentração ou enorme nervosismo.
O Grêmio vai ter que se virar no posicionamento político que já começou forte ontem mesmo com o presidente Romildo Bolzan Júnior. A CBF nunca esteve tão fragilizada, tão sem peso na Conmebol como neste momento. A grita geral dos dirigentes, da qual discordo na maioria das vezes, agora faz sentido e, mais do que isso, é necessária para marcar posição. O Grêmio não pode ir para o abatedouro em Lanús. Há transmissões de T aberta e fechada, tem a internet a espalhar as imagens do jogo para o mundo, existe a FIFA, à qual a Conmebol é filiada. O presidente gremista fez bem em chutar o balde, mas não basta. A vigília precisará avançar Argentina adentro.
(Foto: Arte)
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O erro mais grave é o pênalti que não marca no último lance da partida. Aí, tudo fica mais grave; havia um contâiner com três árbitros de vídeo em frente a um aparato caríssimo a possibilitar que eles evitassem erros evitáveis. E a não marcação do pênalti sobre o Jael era um erro evitável, que o juiz de campo e seus assistentes eletrônicos cometeram e mexeram, assim, no possível tamanho da vantagem que o Grêmio teria em Lanús. Na lógica de que convertesse o pênalti, era um 2x0 muito mais difícil de desfazer do que o 1x0 que o Grêmio sangrou para conseguir.
Antes, há o cartão amarelo inexplicável para Kanemann, que não tem qualquer atitude hostil para com o rival antes da cobrança do escanteio. Uma escaramuça que o árbitro poderia ter contornado diante do valor do jogo e do inofensivo da brincadeira de mão que faziam o jogador do Lanús e do Grêmio. O amarelo para Braguieri, por exemplo, vem na ficha de compensação. Era dispensável. Além dos erros graves, onde o pênalti está na máxima escala, o juiz de ontem cometeu ao longo do jogo pequenos e irritantes erros para lá e para cá, o que já denotava desconcentração ou enorme nervosismo.
O Grêmio vai ter que se virar no posicionamento político que já começou forte ontem mesmo com o presidente Romildo Bolzan Júnior. A CBF nunca esteve tão fragilizada, tão sem peso na Conmebol como neste momento. A grita geral dos dirigentes, da qual discordo na maioria das vezes, agora faz sentido e, mais do que isso, é necessária para marcar posição. O Grêmio não pode ir para o abatedouro em Lanús. Há transmissões de T aberta e fechada, tem a internet a espalhar as imagens do jogo para o mundo, existe a FIFA, à qual a Conmebol é filiada. O presidente gremista fez bem em chutar o balde, mas não basta. A vigília precisará avançar Argentina adentro.
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Comentários
Comentários (6)
Isto já foi premeditado,cartão amarelo pro zagueiro pendurado do Grêmio,pênalti ,mas o Grêmio é muito inocente,falta malandragem,falta para maioria o que Ramiro ,edilson,jael ,tem de sobra coragem ........
Ele fez de propósito estava de frente do lance
Parcial, incoerente, tendencioso. Esse foi o árbitro.
Não tem cabimento,o juiz tem a ferramenta em mãos para auxiliar e minimizar os erros da partida e no lugar disso não utiliza, então não precisa mais ter a opção de câmeras de TV, já que pelo visto não será usado mesmo.
verdade acho que hj os árbitros escolhidos, talvez sejam os que aceitam obedecer os mandantes.vergonhoso tantos árbitros.e recursos e não aconteceu nada.
Muito bem analisado e comentado. este é o sentimento geral da torcida gremista.
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