Foto: Adriana Franciosi / Agência RBS / Agência RBS
Na época em que estava na direção do Grêmio, tivemos inúmeras viagens de longa duração. Para que nossos leitores entendam, ilustro dizendo que ao Japão fomos cinco vezes, duas à China, uma à Tailândia, uma ao Irã e outras tantas à Europa, essas mais curtas que aquelas, embora longas.
Na primeira delas ao Japão, nosso presidente Fábio Koff nos acompanhou, era uma viagem para jogos amistosos, lá no ano de 1993. Fizemos um belo terno e enxoval inteiro, incluindo todos os itens. Sapatos novos, brilhantes, devidamente testados por todos.
Mas o deslocamento do aeroporto Salgado Filho ao aeroporto de Narita, em Tóquio, contando com a escala em Los Angeles, a viagem demorou aproximadamente 40 horas. Alguns atletas estavam desconfortáveis com as roupas novas, especialmente com os calçados. O centroavante Charles Baiano (lembram dele?) ao chegar em Los Angeles estava com os pés tão inchados que não conseguia colocar o calçado. Literalmente! A solução que se adotou, à época, foi a troca dos sapatos, com outro integrante da delegação. Quem seria? Procura daqui, procura dali, chegou-se a conclusão que a troca ideal seria com o presidente Fábio Koff.
Este, por sua vez, demonstrando inequivocamente, sua empatia, humildade, liderança e solidariedade com o elenco, de plano aceitou a troca.
Koff e Charles
E, dali para a frente, até chegarmos ao local para que comprassem outros, Fábio Koff virou Charles e esse virou presidente. Assim, viagens longas, como essa que o Grêmio está fazendo, apresentam muitas curiosidades.
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Este, por sua vez, demonstrando inequivocamente, sua empatia, humildade, liderança e solidariedade com o elenco, de plano aceitou a troca.
Koff e Charles
E, dali para a frente, até chegarmos ao local para que comprassem outros, Fábio Koff virou Charles e esse virou presidente. Assim, viagens longas, como essa que o Grêmio está fazendo, apresentam muitas curiosidades.
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