Logo depois de primeiros fogos, polícia foi ao local (Foto: Eduardo Moura)
A noite dos jogadores do Grêmio e demais integrantes da delegação foi marcada por uma prática já corriqueira nos países sul-americanos antes da disputa da Recopa, contra o Independiente, às 22h (de Brasília) desta quarta. As imediações do hotel gremista em Buenos Aires, na Argentina, foram palco de foguetório durante a madrugada.
Uma viatura de polícia chegou a patrulhar o local após os primeiros fogos. O presidente Romildo Bolzan Júnior disse que ouviu o barulho, mas que não atrapalhou em nada a preparação para a decisão. E apelou para que os tricolores não repitam a prática em Porto Alegre.
O dirigente do Grêmio também afirmou, em tom bem-humorado, que "alguém ia pagar o pato", já que representantes da Conmebol estão em um hotel próximo, assim como os membros da arbitragem da partida de logo mais. No entanto, Romildo destacou que não se tem certeza se o foguetório foi para atingir o clube gaúcho. Jogam hoje, também na capital argentina, Banfield e Nacional-URU, pela terceira fase da Libertadores.
– Eu acordei no que seria a segunda bateria. Não sabemos se foi para o Grêmio, se foi para outro clube por outro jogo. Mas alguém vai pagar esse pato, acordou os juízes da partida, os representantes da Conmebol que estão em um hotel mais próximo do foguetório. Não sei se foi do Independiente. Não nos atrapalhou. Fica o alerta para a nossa torcida, não reproduzam isto em Porto Alegre. O Grêmio foi multado pelos sinalizadores em uma situação prévia. Não soltem foguetes para criar incômodo, só prejudica o Grêmio financeiramente e na sua imagem. O fair play é uma regra importantíssima – apontou Romildo, em entrevista no hotel gremista.
Seguranças fazem ronda na esquina (Foto: Eduardo Moura)
A bateria de fogos de artifício estourou por volta das 2h45 da manhã no horário local, quase 4h no horário brasileiro de verão. Logo após a movimentação, três seguranças do hotel Intercontinental, onde o Tricolor está hospedado, foram para a esquina das ruas Piedras e Moreno.
Dali, observaram o movimento e chamaram uma viatura da polícia de Buenos Aires. Após uma conversa rápida, o veículo saiu na direção apontada pelos funcionários do hotel. Mas não adiantou. Por volta das 3h45, no horário local, novas explosões de fogos no céu, a fim de atrapalhar o sono dos atletas. Uma derradeira, passado das 4h, encerrou a queima de fogos.
O Grêmio conviveu com tal expediente na Libertadores. Em Guayaquil, no Equador, o hotel gremista foi alvo de foguetório antes do time gaúcho bater o Barcelona-EQU por 3 a 0, na semifinal da competição.
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Uma viatura de polícia chegou a patrulhar o local após os primeiros fogos. O presidente Romildo Bolzan Júnior disse que ouviu o barulho, mas que não atrapalhou em nada a preparação para a decisão. E apelou para que os tricolores não repitam a prática em Porto Alegre.
O dirigente do Grêmio também afirmou, em tom bem-humorado, que "alguém ia pagar o pato", já que representantes da Conmebol estão em um hotel próximo, assim como os membros da arbitragem da partida de logo mais. No entanto, Romildo destacou que não se tem certeza se o foguetório foi para atingir o clube gaúcho. Jogam hoje, também na capital argentina, Banfield e Nacional-URU, pela terceira fase da Libertadores.
– Eu acordei no que seria a segunda bateria. Não sabemos se foi para o Grêmio, se foi para outro clube por outro jogo. Mas alguém vai pagar esse pato, acordou os juízes da partida, os representantes da Conmebol que estão em um hotel mais próximo do foguetório. Não sei se foi do Independiente. Não nos atrapalhou. Fica o alerta para a nossa torcida, não reproduzam isto em Porto Alegre. O Grêmio foi multado pelos sinalizadores em uma situação prévia. Não soltem foguetes para criar incômodo, só prejudica o Grêmio financeiramente e na sua imagem. O fair play é uma regra importantíssima – apontou Romildo, em entrevista no hotel gremista.
Seguranças fazem ronda na esquina (Foto: Eduardo Moura)A bateria de fogos de artifício estourou por volta das 2h45 da manhã no horário local, quase 4h no horário brasileiro de verão. Logo após a movimentação, três seguranças do hotel Intercontinental, onde o Tricolor está hospedado, foram para a esquina das ruas Piedras e Moreno.
Dali, observaram o movimento e chamaram uma viatura da polícia de Buenos Aires. Após uma conversa rápida, o veículo saiu na direção apontada pelos funcionários do hotel. Mas não adiantou. Por volta das 3h45, no horário local, novas explosões de fogos no céu, a fim de atrapalhar o sono dos atletas. Uma derradeira, passado das 4h, encerrou a queima de fogos.
O Grêmio conviveu com tal expediente na Libertadores. Em Guayaquil, no Equador, o hotel gremista foi alvo de foguetório antes do time gaúcho bater o Barcelona-EQU por 3 a 0, na semifinal da competição.
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