O Grêmio acusa o promotor Márcio Bressani, da Promotoria do Torcedor, de ter agido com má-fé na denúncia feita contra o clube e a Torcida Geral pela utilização de material de identificação nos jogos do Mundial de Clubes, nos Emirados Árabes, em dezembro, e na primeira partida da Recopa, em Buenos Aires.
Nesta terça-feira (6), uma audiência no Juizado do Torcedor decidirá se será estendida ou não a punição de 90 dias aplicada à Geral pela utilização de sinalizadores na partida contra o Lanús-ARG, dia 22 de novembro, no jogo de ida da final da Libertadores.
— Não são críticas pessoais, são no campo das ideias — destaca o advogado Leonardo Lamachia. — Logo após este suposto descumprimento, o promotor Márcio Bressani poderia ter pedido a intimação da torcida para que informasse sobre a presença da faixa nos Emirados. Contudo, ele silenciou para que outros fatos ocorressem e agora, às vésperas de um jogo importante (o Gre-Nal de 11 de março), peticiona o descumprimento. Não parece que agiu de boa-fé neste caso.
Lamachia destaca que o Grêmio valoriza o trabalho e aplaude o trabalho realizado pelo Juizado do Torcedor e Ministério Público para a redução da violência nos estádios. No caso específico dos Emirados Árabes e Buenos Aires, contudo, não vê, por parte de Bressani, "obediência ao princípio da boa-fé".
— No Direito, isso se denomina beneficiar-se da própria torpeza. Ele silencia para depois utilizar-se dos fatos que ocorreram em prejuízo do clube e da torcida — critica o advogado, que fará a defesa do Grêmio na audiência desta terça-feira, junto com o diretor jurídico Nestor Hein.
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— Não são críticas pessoais, são no campo das ideias — destaca o advogado Leonardo Lamachia. — Logo após este suposto descumprimento, o promotor Márcio Bressani poderia ter pedido a intimação da torcida para que informasse sobre a presença da faixa nos Emirados. Contudo, ele silenciou para que outros fatos ocorressem e agora, às vésperas de um jogo importante (o Gre-Nal de 11 de março), peticiona o descumprimento. Não parece que agiu de boa-fé neste caso.
Lamachia destaca que o Grêmio valoriza o trabalho e aplaude o trabalho realizado pelo Juizado do Torcedor e Ministério Público para a redução da violência nos estádios. No caso específico dos Emirados Árabes e Buenos Aires, contudo, não vê, por parte de Bressani, "obediência ao princípio da boa-fé".
— No Direito, isso se denomina beneficiar-se da própria torpeza. Ele silencia para depois utilizar-se dos fatos que ocorreram em prejuízo do clube e da torcida — critica o advogado, que fará a defesa do Grêmio na audiência desta terça-feira, junto com o diretor jurídico Nestor Hein.
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